Até hoje não se sabe ao certo quem foi o inventor deste quebra-cabeças.
O famoso charadista estadunidense Samuel Loyd defendeu ser o autor deste puzzle, desde 1891 até à sua morte (em 1911), no entanto, a autoria do jogo parece pertencer a Noyes Palmer Chapman, que o tentou patentear, sem sucesso em 1880, por já haver idéias muito semelhantes.
Porém, é notório que este joguinho tornou-se popular após Sam Loyd publicar o desafio conhecido por "A Charada de Boss" na sua coluna mensal da revista americana "Scientific American Supplement."
A popularidade do jogo fez com que ele merecesse, anos mais tarde, artigos em publicações científicas. Analisando o puzzle, matemáticos chegaram à seguinte conclusão: são quase vinte e um trilhões de configurações possíveis das peças na caixinha (21 x 10¹²).
O matemático alemão Thomas J. Ahrens, especialista em passatempos, analisou o puzzle e concluiu que metade das 21 trilhões de configurações iniciais possíveis era vencedora (podia ser colocada na ordem 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15 e espaço) e a outra metade, perdedora, isto é, seria impossível colocar todos os números na seqüência crescente.
No Brasil, este jogo virou uma verdadeira febre na década de 1950. Era difícil uma criança, e mesmo um adulto, não possuir a sua caixinha com as peças deslizantes.