Existem várias versões que tentam decifrar de onde veio o jogo, mas nenhuma delas até hoje pôde ser confirmada.
A teoria mais aceita é a de que tenha surgido na China, inventado por um soldado chamado Hung Ming, que teria vivido de 243 a 181 a.C..
Na época, as peças se assemelhavam muito ao baralho, outra invenção do país, e inclusive eram chamadas de "cartas ponteadas".
Na Europa, não se tem registros do dominó até meados do século XVIII, quando era jogado nas cortes de Veneza e Nápolis. As peças eram feitas de ébano, com pontos de marfim, representando os números.
A próxima parada parece ter sido a Inglaterra, introduzido por prisioneiros franceses no final do século XVIII.
O antigo dominó chinês traz todas as 21 combinações que podem ser obtidas ao lançar dois dados, sugerindo que um jogo possa ter nascido do outro.
Já na Europo, há sete peças a mais, combinando esses números também com o zero. Alguns estudiosos sustentam até que, por ser extremamente simples, o jogo pode ter aparecido simultaneamente em várias partes do mundo - como o jogo-da-velha.
Enquanto a pedra de maior numeração do nosso dominó padrão é 6-6, conjuntos maiores com até 9-9 (57 peças) e até 12-12 (91 peças) são usados às vezes.
Os Inuit, da América do Norte, jogam uma versão do dominó usando conjuntos que contam com 148 peças.
O nome dominó provavelmente deriva da expressão latina domino gratias que significa "graças a Deus", dita pelos padres europeus enquanto jogavam.
Atualmente, o dominó é jogado em quase todos os países do mundo, mas é mais popular na América Latina. Na China, ele deu origem a outro jogo, mais complexo: o mah jong.